Questão colocada na caixa de
comentários do texto anterior sobre inclusão.
“Sabe que alguns meninos com multideficiência foram de férias no dia 4
de junho e só voltam à escola lá para o meio de setembro (isto é, se este ano
houver sorte na colocação dos professores de educação especial, e dos
fisioterapeutas, e dos terapeutas da fala...)?”
Sim, sei. Como também alguns de vós saberão certamente de diferentes episódios
desta natureza, o atropelo dos direitos dos miúdos a uma educação de qualidade
assente em princípios de equidade e inclusão.
Não retomo o tanto que já aqui disse sobre isto.
Não retomo o tanto que já aqui disse sobre isto.
Como sempre, este funcionamento
estará ao abrigo dos normativos que, também como sempre, promovem a inclusão.
Sublinho que não pretendo diabolizar técnicos, professores ou direcções,
trata-se de percebermos a trama de que também se tece o universo da educação em
Portugal.
No entanto, quando partilho este
tipo de histórias, por assim dizer, também não me esqueço do que de muito bom
se vai fazendo em muitas comunidades em matéria de educação de qualidade que
envolva todas as crianças e adolescentes.
3 comentários:
Um dos pontos onde uma articulação entre escolas e instituições parceiras dos cri´s seria benéfica para todos...alunos..pais...escolas...estabelecimentos particulares e cooperativos. Continua a existir espaço para uma coexistência pacifica e não predatória entre estas diferentes respostas sociais, podendo uma colmatar os espaços da outra.
Sim, mas como modelos diferentes dos actuais.
Sim, com os estabelecimentos particulares e cooperativos a apoiarem as famílias no horário pós-escolar (p.e. das 15h às 19h), e até a garantirem de forma efectiva a componente terapeutica neste mesmo horário, evita-se uma série de "habituais" constrangimentos no que diz respeito aos apoios terapêuticos entre outros.....
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