Como é conhecido, o MECI reafirmou a intenção de reestruturar os 1.º e 2.º definindo um 1.º ciclo de seis anos. No Público encontram-se duas peças que ajudam a pensar sobre a iniciativa de fusão dos ciclos.
Temos tido múltiplas circunstâncias nas políticas públicas de educação que mostram como nem sempre a mudança é positiva. Considerando o contexto actual e variáveis como a natureza da rede
escolar e a dispersão de escolas, a dramática falta de docentes ou ainda estudos
comparativos com outras realidades educativas e potenciais implicações nas aprendizagens,
talvez seja de ter alguma prudência.
Como se costuma dizer, vamos
aguardar os desenvolvimentos não deixando de recordar Lampedusa em “O Leopardo”
e a ideia de que é preciso que tudo mude para tudo fique na mesma.
Não, não é pessimismo, é realismo
assente no que conhecemos do país e das políticas públicas que temos e se
anunciam.
Como se diz por aqui no meu
chuvoso Alentejo, deixem lá ver.
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