No Público encontra-se um texto de Paulo Prudêncio, “A falta de professores não se deve apenas à burocracia e à indisciplina” que reflecte sobre as más opções das políticas públicas de educação dos últimos anos e dos seus efeitos
Merece leitura e reflexão.
Na verdade, o universo da educação tem estado exposto nas últimas décadas, criando instabilidade e ruído permanente sem que se perceba um rumo, um desígnio que potencie o trabalho de alunos, pais e professores. Acresce que no âmbito das políticas públicas de educação, sucessivas equipas ministeriais têm empreendido um empenhado processo de desvalorização profissional dos professores com impacto evidente no clima das escolas e nas relações que a comunidade estabelece com estes profissionais. Este cenário baixou drasticamente a atractividade da carreira docente e, como sempre, sucessivos responsáveis por estes cenários, esquecem-se do que produziram e ignoram responsabilidades, perorando sobre o que fazer e que não fizeram.
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