Partiu Joaquim Letria, uma das figuras do jornalismo nas últimas décadas.
Começou em 1963 no Diário de
Lisboa, fundou o “Tal & Qual”, participou na fundação do “O Jornal”, dirigiu
a revista “Sábado”. Teve ainda uma carreira diferenciada na televisão e rádio.
Era um Jornalista, e hoje, mais
do que nunca a imprensa precisa de Jornalistas. Mais Jornalistas e menos gente
que ocupa os espaços da imprensa com designações diversas, umas mais criativas
que outras, mas num quadro de mediocridade que assusta. São figuras ao serviço de agendas mais ou menos implícitas que,
demasiado frequentemente, produzem desinformação e não informação, que
constroem “fakenews” e “pós-verdades” e não ferramentas de análise e
conhecimento.
O Jornalismo fica mais pobre.
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