sábado, 1 de agosto de 2026

A (DES)INOVAÇÃO

 Merece leitura e reflexão o texto de Carlos Ceia no Público, “Os “teóricos” da educação também são a favor da inovação”.

Na verdade, parece clara a necessidade de ajustamentos nas políticas públicas de educação, “todo o mundo é composto de mudança”, já não é necessária a agitação improdutiva decorrente do “ímpeto reformista” assente num inconsistente e incompetente "deslumbramento digital" que leva a uma deriva de políticas públicas em áreas chave como saúde ou educação. 

A mudança, a inovação, exige competência e responsabilidade para que, de facto, o mundo tome "novas qualidades”.

O problema é que por mais que torturem a realidade ela não vai confessar. Todo o processo relativo aos exames, esquecendo o teste realizado noa ano anterior e que detectou dificuldades sérias, tem sido um exemplo claro do que não pode ser a inovação.

É mais uma atrapalhação, com custos sérios para alunos e famílias e, naturalmente, para professores e escolas.