Merece leitura e reflexão o texto de Carlos Ceia no Público, “Os “teóricos” da educação também são a favor da inovação”.
Na verdade, parece clara a necessidade
de ajustamentos nas políticas públicas de educação, “todo o mundo é composto de
mudança”, já não é necessária a agitação improdutiva decorrente do “ímpeto
reformista” assente num inconsistente e incompetente "deslumbramento digital" que leva a uma deriva de políticas públicas em áreas chave como
saúde ou educação.
A mudança, a inovação,
exige competência e responsabilidade para que, de facto, o mundo tome "novas qualidades”.
O problema é que por mais que
torturem a realidade ela não vai confessar. Todo o processo relativo aos
exames, esquecendo o teste realizado noa ano anterior e que detectou
dificuldades sérias, tem sido um exemplo claro do que não pode ser a inovação.
É mais uma atrapalhação, com
custos sérios para alunos e famílias e, naturalmente, para professores e
escolas.