Merece leitura o texto de Paulo Prudêncio no Público, “Como sempre se disse, a solução é um concurso centralizado de professores”.
Talvez o insustentável enigma
alimentado pelo MECI sobre o número de professores em falta também passe por
aqui.
“Como sempre se disse e em
suma, a origem da falta estrutural de professores resume-se em quatro eixos
responsáveis pelo clima de injustiças e de parcialidades que levaram à queda da
escola pública: proletarização da carreira, onde se incluíram os concursos;
modelo autocrático de gestão das escolas; inferno da burocracia, agravado com a
ilusão do controlo nos mega-agrupamentos; quotas e vagas na farsa avaliativa do
desempenho. Ou seja, se a escola é decisiva na educação para a democracia, a
reforma dos referidos eixos é crucial para transportar mobilização, inovação,
previsão, aspiração e governo.”
Sem comentários:
Enviar um comentário