O processo de classificação dos exames nacionais continua com uma turbulência e numa espiral de problemas e decisões questionáveis que parece não ter fim. Não tenho memória de um processo desta natureza ter sido tão mal planeado e gerido. E não, o problema não está na digitalização, está na competência e gestão do processo.
Nesta fase trata-se da remuneração
do trabalho dos professores classificadores.
Falta saber:
Como terminará?
Quando terminará?
Qual a confiança que os
resultados merecerão?
O que verdadeiramente falhou num
processo que tem tudo menos transparência?
Que a assumpção de
responsabilidades e respectivas consequências?
Que lições a considerar?
Que mudanças a adoptar?
…
É mau demais.
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