Merece leitura e reflexão a “Carta ao Presidente da República: salvar a democracia exige salvar o ensino público” de António Carlos Cortez, divulgada no DN.
Na verdade, parece clara a necessidade de ajustamentos sérios e competentes nas políticas públicas, em particular de educação. Sabemos que “todo o mundo é composto de mudança”, mas o “ímpeto reformista”, o deslumbramento digital e a sofreguidão devem ser mediados pela imprescindível avaliação das fragilidades e desajustamentos e então, de forma estudada, reflectida e envolvendo os diferentes actores, decidir os objectivos e os processos e os tempos da mudança.
A equipa que gere a PEC (política
educativa em curso), é de uma tal agitação que parece funcionar ao contrário,
ou seja, procura mudar tudo e ao mesmo tempo e pensa depois, se pensar.
O cidadão fica perplexo, sem
confiança o que acaba por minar a eficiência e o impacto de algumas medidas em partícula
nesta área crítica, o ensino público.
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