Merece leitura o texto de António Guerreiro no Público, “O PISA como religião”. Curiosamente e também a propósito dos resultados do PISA 2025, no dia 8 escrevi umas notas no Atenta Inquietude no mesmo sentido e de que recupero uma parte.
(…) Quando a poeira assentar
volto a deixar um convite para gastar uns minutos de leitura de uma carta que
me parece de recuperar e que foi publicada no The Guardian em 6 de Maio de 2014
dirigida a Andreas Schleicher, director do PISA, por um grupo alargado, significativo
e de vários países de académicos e especialistas em educação ou representantes
de entidades a operar neste universo. No documento é apresentada uma leitura
muito interessante do PISA e também avançadas algumas sugestões de
desenvolvimento.
Um pequeno excerto para apelar à
leitura e, sobretudo, à reflexão.
Precisamos de não esquecer que
existe educação para além do PISA. (…)
António Guerreiro foi também
recuperar esta tomada de posição em 2014 e que me parece muito pertinente.
Entretanto, continua em aberto a animada
procura pela melhor e mais ajustada leitura dos resultados.
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