Merece leitura o texto de Paulo Prudêncio no Público, “Autocracia e fins lucrativos como padrões”. Um retrato sintético do estado do nosso sistema educativo e dos caminhos que parecem estar em desenvolvimento.
A propósito, o MECI disponibilizou mais 600000€ para o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (Eduqa) para, cito, assumir despesas "com locação e aquisição de bens móveis e aquisição de serviços, até ao montante de 600.000,00 euros", associados ao "apoio técnico às soluções tecnológicas de suporte aos processos de digitalização e classificação das provas". Se necessário (claro que é necessário), podem ser adquiridos "serviços ao sector privado, cujo objecto sejam estudos, pareceres, projectos e serviços de consultoria ou outros trabalhos especializados".
Os destinatários agradecem
reconhecidos. É este o estado da arte em matéria de políticas públicas de
educação.
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