O texto de João Conde no DN, “Bem-vindos à política pública
da distração: pedagogia ou gestão do ruído?”, merece leitura e, sobretudo,
reflexão. À consideração do Ministro da Educação, Ciência e Inovação.
“Bem-vindos à política pública da distração, o modelo de governação que responde com solenidade ao sintoma visível, multiplica polémicas de superfície e adia, mais uma vez, a arquitetura que realmente determina o que os alunos aprendem.(…)”
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