Merece leitura e reflexão o texto de Paulo Prudêncio no Público, “O fatal descaramento”.
Sendo certa a necessidade de ajustamentos nas políticas
públicas de educação, “todo o mundo é composto de mudança”, já não é necessária
a agitação improdutiva decorrente do “ímpeto reformista” que leva a uma deriva
de políticas públicas no sentido da desregulação, liberalismo e um caminho de
privatização em áreas chave como saúde ou educação.
É claro que sendo também um problema de competência, é,
sobretudo, a promoção de uma visão de sociedade em que certamente não cabem
todos os cidadãos, em que os direitos são de geometria variável, em que o bem comum
é bem menos comum que o desejável, em que …
É mau, muito mau.
PS - O Ministro Fernando Alexandre afirmou hoje que "há risco" de que os resultados dos exames finais. Nada de novo, há dois anos que aguardamos o número real de alunos sem professor a todas as disciplinas.
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