Lá naquela terra onde acontecem coisas irão realizar-se eleições para a Presidência da República. Trata-se de um processo normal e próprio das democracias.
Como é natural, o cidadão irá escolher um candidato de entre os que constam no boletim de voto. E é aqui que começa a inovação e a estranheza. Apresentaram candidaturas 14 cidadãos, mas o Tribunal Constitucional entendeu que três das candidaturas não reuniam os requistos necessários pelo que estão excluídas.
Agora a estranheza. No boletim de voto que se utilizará no dia das eleições constam os nomes de todos os que se candidataram. Como também é recorrente, nem o Tribunal Constitucional, nem o Ministério da Administração Interna, nem a Comissão Nacional de Eleições assumem responsabilidades, nem o processo será corrigido. Felizmente só apareceram 14 candidaturas, caso contrário a coisa complicava-se ainda mais.
Sim, eu sei que isto não passará de uma irrelevância, esperemos que sem implicações, mas não deixa de ilustrar o que não pode acontecer num tempo em que os recursos tecnológicos são significativos.
A parte que não se estranha é que ninguém parece ser responsável. Talvez tenha sido um acto de protesto e boicote por parte dos boletins.
Mais a sério. Como é possível?!
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