AS MINHAS CONVERSAS POR AÍ

sábado, 4 de julho de 2009

O BANCO DOS SONHOS

“… e então pensei que uma forma de poder proporcionar alguns momentos de bem-estar às pessoas poderia ser a criação de um Banco de Sonhos. A coisa funcionaria mais ou menos nestes termos. O Banco de Sonhos teria um fundo de Sonhos a que as pessoas poderiam recorrer quando julgassem necessário. Para facilitar a tarefa, os sonhos seriam organizados por grandes áreas temáticas. Por exemplo, haveria a secção dos Sonhos de Realização Individual onde se poderiam encontrar um sonho com profissão que sempre se desejou, um sonho de pessoa rica, um sonho de pessoa bonita, de pessoa sempre nova, etc. Poderíamos encontrar a secção dos Sonhos de Afecto, em que existissem sonhos com a pessoa que sempre desejámos ou sonhos com relações bonitas e eternas com as pessoas de quem gostamos. Uma secção imprescindível seria a dos Sonhos para a Comunidade, em que se disponibilizavam sonhos de uma comunidade sem gente a sofrer, sonhos de uma comunidade com putos felizes, sonhos de solidariedade e tolerância, sonhos sobre lideranças políticas verdadeiramente preocupadas com o bem-estar comum, etc. No fundo, haveria secções que pudessem acolher os mais variados sonhos.
Neste Banco, cada um de nós entrava, dirigia-se à secção de sonhos que mais lhe interessasse, escolhia um para levar, usava-o durante algum tempo e depois devolvia-o para que pudesse ser utilizado por outra pessoa. O abastecimento de sonhos para o Banco seria …”
De repente, acordei do meu sonho e não cheguei a perceber como se construiria o Banco dos Sonhos.

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