AS MINHAS CONVERSAS POR AÍ

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

FUI EU QUE DEI O CASINO

Pronto, está bem. Fui eu que tratei de entregar o edifício do Casino à Estoril-Sol. Constou por aí que alguns elementos dos Governos de Durão Barroso e do menino guerreiro, o Dr. Santana Lopes, como o Dr. Telmo, mais conhecido pelo “speedy despacho”, e um outro Secretário de Estado se teriam envolvido no processo a pedido do Dr. Assis Ferreira. Parece até que existe uma carta publicada pelo Expresso em que a Estoril-Sol sugeria uma discreta alteração na lei, que passaria despercebida e permitiria a entrega do Casino. Tudo isto são calúnias difamatórias da classe política. Na verdade, fui eu que decidi entregar o edifício do Casino a quem o merecia. Perguntarão porquê. Este meu comportamento prende-se com o chamado paradigma “TQSUPO”, Temos Que Ser Uns P’rós Outros. Não tendo nenhuma certeza sobre a sustentabilidade da Segurança Social, com o valor das reformas em baixa e com o aumento da esperança de vida conforme os dados hoje divulgados pelo INE mostram, é grande a minha preocupação com o futuro. Assim, disse ao D. Assis Ferreira, “Ah pois é, você leva o casininho, mas tem que me arranjar uma reformazita jeitosa”. Ele, de forma desinteressada aceitou e eu pensei “Porreiro pá” e pronto, dei-lhe o casino. Foi assim, não aborreçam mais os políticos. Coitados, é só incómodos. Agora até as cheias são culpa dos autarcas que tanto se esforçam pelo ordenamento adequado dos seus municípios tapando, por exemplo, as linhas de água para que esta não passe e cause transtornos às pessoas.

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